Ambientação de Mago no Brasil


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


Como a White-Wholf, até onde eu saiba, não tem nenhum texto "oficial" sobre a situação dos Magos no Brasil, me propus a escrever este texto, baseado numa crônica que eu mestro chamada "Awakening in Rio". Nem todas as idéias aqui são exclusivamente de minha autoria, já que, ao mestrar, fui moldando um pouco do universo de acordo com as ações dos jogadores. Não vou me preocupar em escrever muita história, vou apenas me limitar a dar a posição de cada facção (por facção, leia-se tradição, convenção, craft, etc.). Convém ainda, antes de passar para o texto propriamente dito, esclarecer alguns pontos.

Primeiro: A tradução de Mage para português. Não li toda a tradução, apenas dei uma folheada. Foi o suficiente para perceber que, além de traduzir termos chaves, como os nomes das facções, nomes de elementos do jogo, como Tass, Quiet, os nomes das Esferas, enfim os termos chaves, além de terem sido traduzidos horrendamente, tal tradução foi feita de uma forma incoerente. Assim, eu manterei todos os termos que não tenham cognatos em português do jeito que eles estão no livro em inglês.

Segundo: O "respeito" pelos padrões fixados pela White-Wolf em suas publicações. Os americanos têm uma visão extremamente distorcida de nosso país e da América do Sul em geral. Assim, sinto-me de certa forma dispensado de respeitar ao pé da letra tudo que é dito nos livros da WW. Além disso, como admiro muito o conceito criado pela WW de que cada obra expressa o ponto de vista de uma determinada facção; por este ponto de vista, podemos dizer que este texto determina a visão que os magos brasileiros têm da realidade.

Terceiro: Utilização de nomes reais. Tem uma outra thread onde se discute sobre a utilização do nome da Maçonaria como uma craft. Sem entrar no mérito da questão da Maçonaria, defendo que, por respeito às diversas instituições que serão utilizadas para embasar o jogo, sejam feitas apenas referências, deixando os nomes das organizações a cargo de cada mestre, ou criando nomes fictícios. Digo isso por que muitas organizações, como redes de TV, rádio e Jornal; grandes indústrias; partidos políticos; etc. serão utilizadas para embasar alguns dos pontos abaixo. Como eles refletem uma visão claramente preconceituosa (claro, é a visão de um grupo de "bitolados" numa certa realidade), poderia ser criado algum problema decorrente da publicação dos nomes.

Bom, isso tudo dito, vamos ao que interessa.

Memorando 01 - A união Tecnocrática
Memorando 02 - Infratores

local original: Um dos muitos sites da Internet Brasileira
nome original: Possível Ambientação de Mago no Brasil
autor(es): Rodrigo Ilúvatar
tradutor(es):

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