Gaia


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


O sistema de Reinos começa com Gaia e é subordinado a Gaia. Todas as coisas que existem dentro da Tellurian são consideradas partes de Gaia, embora alguns Garou refutem a noção de que os seres malignos sejam uma parte verdadeira de Gaia. O crescimento e o desenvolvimento de Gaia é indissociavelmente ligado ao crescimento e ao desenvolvimento dos seres vivos dentro dela. Gaia ama todas as suas criaturas, dedicando a elas aceitação e respeito puros e incondicionais. A vida é a um só tempo manifestação de Gaia e celebração de sua glória. A morte nada mais é que uma transfiguração da energia de Gaia toda criatura que morre ascende a um novo estado no ciclo cosmológico. Este ciclo natural de morte e vida tem sido alterado por inteligências poderosas, e isto, por sua vez, enfraquece Gaia. Ela também está muito enfraquecida devido ao combate que trava com a Tríade. Os Garou ficam furiosos diante da violência que a Weaver e a Wyrm infligem contra Gaia, e empenham sua vidas e almas para protegê-la e regenerá-la. Eles temem que o Apocalipse que se aproxima possa ser o sinal de sua destruição absoluta.

local original: Lobisomem - O Apocalipse
nome original: O Mundo Espiritual
autor(es): desconhecido
tradutor(es): desconhecido

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