Conceitos do Jogo


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


História

Os personagens são humanos comuns, que um dia "despertaram", isto é , conseguiram ver que a realidade não é essa coisa estática que todos acham que seja , e que ela (a realidade) pode ser modificada simplesmente pela vontade.

Os magos se auto intitulam de "despertos", enquanto que os humanos normais que não sabem dessa possibilidade de mudar a realidade são chamados de "adormecidos".

Os magos da atualidade estão separados por quatro facções: Tradições, Tecnocracia, Desauridos e Nefandi.

A Mágica e a Mágika

Os despertos consideram que existem duas modalidades de mágicas : a mágica (estática) e a mágika (verdadeira).

A mágica (com c), é a mágica praticada por vampiros, lobisomens, entre outros seres mágicos. Esta mágica é considera estática, por não ter o poder de modificar realmente a realidade.

A mágika (com k), é a mágica praticada pelos magos, os verdadeiros artífices da vontade, que apenas com a força da vontade podem dilacerar a realidade e reconstruí-la da maneira que desejarem.

Mas todo esse poder não é assim tão "livre". A realidade tem como punir os magos que exageram em suas mágicas e certamente o mago que não controlar seu poder e exagerar em seus feitiços corre um grande risco de ter sua existência reduzida...

Estilos mágikos

As mágikas são ainda divididas em coincidentes e vulgares.

Coincidentes são as mágikas que não ferem a realidade. Mágikas deste tipo são aquelas que se vistas por qualquer adormecido, seriam interpretadas como algo cotidiano. Exemplo: Fazer uma arma dentro de uma jaqueta e apontá-la para o bandido. Nesse exemplo, você poderia interpretar que a arma já estava lá. Perfeitamente comum de ocorrer...

Já as mágikas vulgares são aquelas que se vistas por olhos adormecidos, eles falariam : "Não, isso não pode estar acontecendo..." Exemplo: Criar uma arma na mão e apontá-la para o bandido. O bandido provavelmente iria se perguntar se aquilo realmente estava acontecendo. Você provavelmente iria estranhar se uma arma aparecesse na mão de alguém do nada... As mágikas vulgares, por representarem um ataque direto a realidade são muito perigosas e devem ser evitadas. Elas ocasionam um efeito chamado paradoxo; seria mais ou menos um "tapa" da realidade no mago. Só que as vezes esse tapa dói (e muito) e quanto mais paradoxo o mago possuir mais forte será a reação contra ele... Por esses motivos, use e abuse de mágikas coincidentes e somente apele para mágikas vulgares em casos excepcionais (como um ataque de um bando de lobisomens).

As Nove Esferas

Falamos até agora de mágika, mas quais seriam os elementos que controlam essas mágikas? A mágika é dividida em noves esferas mágikas :

Correspondência- É a esfera que trata do espaço e suas inter-relações. Você pode por exemplo teletransportar-se para qualquer lugar; investigar alguém a distância, etc...

Entropia- É a esfera que trata da sorte e do destino. Você pode determinar o resultado de qualquer evento aleatório (por exemplo, super-sena); descobrir o ponto fraco de alguma coisa, etc...

Matéria- É a esfera que trata de qualquer coisa relacionada àmatéria. Você pode determinar imediatamente a densidade e o material de que é feito alguma coisa qualquer; pode transmutar água em vinho, papel em aço, etc...

Forças- É a esfera que controla qualquer tipo de energia, seja ela magnética, solar, cinética, elétrica e também o elemento fogo e ar (apesar do ar ser da área da matéria, o mago com a esfera das forças pode controlar sua velocidade, criando até um furacão). Você pode aumentar o campo gravitacional de um lugar, mandar a bala de um revolver de volta pra quem a atirou, criar uma bola de fogo, etc...

Mente- É a esfera que trata de qualquer coisa relativa a mente. Você pode dominar, implantar pensamentos, "ler" a mente, possuir alguém, etc...

Vida- É a esfera que controla qualquer espécie de vida, de uma simples célula à um organismo completo. Você pode curar qualquer criatura, melhorar seu corpo, e até criar vida, etc...

Primórdio- É a esfera que controla o elemento fundamental do universo a "quintessência". É com o primórdio que você pode adquirir "quintessência" e usá-la. você não pode criar efeitos do "nada" ter pelo menos dois pontos em primórdio.

Espírito- É a esfera que trata do outro lado da realidade (a umbra). Você pode invocar espíritos para lhe ajudar, descobrir se alguém está sendo possuído, entrar na umbra, etc...

Tempo- É a esfera que controla o tempo. Você pode acelerar-se ou retardar alguém, ver o passado e o futuro, viajar no tempo, etc...

As esferas variam do nível 1 ao nível 5 e acredita-se na existência de uma décima esfera (o infinito). No livro básico de mago não vem nenhum efeito dessa esfera. Esperamos que a White-Wolf lance um livro sobre essa esfera (tomara)...

Os exemplos citados acima são apenas alguns exemplos do infinito universo de mago. As esferas possuem infinitos efeitos, e cabe ao narrador e aos jogadores criá-los... Liberte sua imaginação...

As esferas, para se criar um determinado efeito, devem ser utilizadas em conjunto. Por exemplo: criar uma bola de fogo e lançá-la num inimigo requer forças mais primórdio em conjunto. (no caso acima seria necessário forças 3 mais primórdio 2).

local original: Paradox Backslash
nome original: desconhecido
autor(es): desconhecido
tradutor(es):

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