Nove Dharmas,
Dez mil ferramentas


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


O poder dos Akashayana não vem de algo tão forçado como a "vontade verdadeira". Ao invéz, por aspirar ao Samadhi e praticar o Do, eles abriram-se para as verdades eternas que se manifestam como efeito das práticas iluminadas.

Isso não quer dizer que essas práticas não são deliberadamente invocadas. O Drahma precisa de seus defensores e é uma coisa auspiciosa usar sua mágika para guiar outros no caminho. Ao mesmo tempo, essa aproximação - em que a mágika é uma verdade a ser descoberta, ao invés de uma força impessoal a ser conquistada - significa que os Akashas raramente caem na armadilha de valorizar mais os feitos mágikos que a ascensão pessoal.

Devido a influencia do conselho, a Irmandade reconheceu nove Dharmas místikos. Membros mais velhos e tradicionais dos Akashayana algumas vezes medem as leis da realidade de forma diferente, mas a maioria aceita essa generalização.

Correspondência- A rede de Indra. O Lokhadhatu.

Devido ao principio da impermanecia, todas as coisas estão conectadas, partes do mesmo todo cósmico. A rede de Indra é uma treliça que cobre todo o mundo. Onde as cordas da rede se cruzam, existe um espelho, assim cada ponto dentro da rede reflete todos os outros. Assim, a separação dos objetos são uma ilusão, uma das confortáveis mentiras da Samsara. O lokhadhatu é a totalidade do universo, onde meru é o único e imóvel ponto, o axis a volta do qual a roda gira. As dez mil coisas se juntam ultimamente através da montanha imutável - que não é diferente da verdade da existência pessoal.

Mandalas mostram a conexão de objetos através do espaço e meru, o conceito da Irmandade do ponto de conexão ( entre outras coisas) ;e descrito como o centro de tudo. Formações de Do com movimentos giratórios e contemplação silenciosa de lugares distantes usam a idéia de que uma roda eternamente giratória é governada por um centro imóvel.

Entropia - Karma, Sunyata

A grande roda se mantém em movimento pelo Karma. Os pensamentos e ações dos seres conscientes colocam todos os eventos em movimento. Os resultados dessas ações se refletem nas suas causas. Sunyata, o principio da impermanência, ensina que todas as coisas passam. Bjetos, pessoas e idéias vão embora, e seus elementos se reconfiguram em novas e maravilhosas formas. Mesmo o karma depende de nossa ligação com as estruturas de causa e efeito. O desperto corta através das ilusões que estão presas ao karma, com seu conhecimento do Sunyata, ele pode desfazer os laços do Karma e guiar seu curso.

Manipular os pontos fracos com golpes de do permite ao Irmão danificar alvos com facilidade assustadora. Invocando porções da Sutra e fazendo as Mudras corretas podem transferir "bom"ou "mal" karma para um pessoa ou pode permitir ao irmão temporariamente desafiar a roda de causa e conseqüência.

Forças - Os nove agentes

Místicos Chineses afirmavam que os primordiais Yin e Yang expressam-se através de cinco elementos: Terra, Metal, Água, madeira e Fogo. Metal é retirado da terra, difundido na água e a água nutre a madeira que se retorna como cinzas à terra. Esse ciclo criativo é balanceado pelo ciclo destrutivo onde a erra captura a água, a água extingue o fogo, o fogo derrete o metal, e o metal corta a madeira, que cresce e prende a Terra. Os cinco elementos são mais que os elementos físicos e Brutos. Eles representam a interação das forças cósmicas e individuais. Uma manobra agressiva de do no espírito do fogo pode superar um ataque lânguido e preciso como o metal. No espírito holístico da mágika Akashica, esses conceitos podem ser usados para mais que forças físicas, mas são aqui que encontram suas aplicações principais. Para mais informações nos cinco agentes consulte Dragons of the East e o suplemento para Changeling, Land of eight Million Dreams.

Enquanto técnicas de do podem canalizar forças com eficiência sobrenatural, esse não é o único método que os Akashayana tem para tocar o Dharma das forças, o ciclo criativo e destrutivo dos cinco agentes pode ser manipulado também através da drenagem dos caracteres de um elemento apropriado, apelando para a interferência de um agente da burocracia celestial ou usando a postura física que simboliza a força apropriada.

Matéria - Alquimia Externa

Matéria é a mais difícil esfera para os Akashayana praticar. A alquimia Akasha involve imprimir os cinco agentes em objetos materiais, utilizando rituais que envolvem astrologia, levar os objetos a localidades especiais ( como picos de montanhas para absorver terra) e perícias de um artesão experiente. O jeito de ser não materialista da maioria dos irmãos akasha requer a utilização de concentração intensa no processo mais que no resultado. Porém, alguns ferreiros podem forjar armas tão afiadas como as aravilhas monomoleculares Tecnocratas, e Shi-rei guardam suas fortalezas com leões de pedra animada. Com extrema perícia nesse campo, os Wu-Lung começaram a superar esse feitos com maravilhas mecânicas e alquímicas preservadas da corte do Imperador amarelo.

Produzindo objetos em estado de absorção meditativa é a forma principal pela qual os Akashas atuam esse Dharma. Por exemplo, um dedicado artesão pode controlar a composição e o corte de sua criação com perícia sobrenatural. Maquinas baseadas ou melhoradas com os princípios da Alquimia chinesa também tem seu uso dentro da irmandade, Materiais como óxido de mercúrio e mínio são usados como contrapartes inorgânicos das energias elementais dos padrões vitais e podem ser utilizados para investir objetos com movimento ou altera-los para interagir seletivamente com objetos vivos.

Mente - Mushin, Santana

Paradoxalmente, a esfera mente é descrita por muitos akashas usando o conceito japonês de Mushin, ou "sem mente". Mushin é um estado onde a mente não está encoberta pelo egotismo ou "barulho"consciente. Capaz de perceber, atuar e reagir sem obstáculos. Silenciando a mente, se abre a porta para outras mentes, quando a ilusão do eu desaparece, tornamo-nos todas as mentes. Isso não é telepatia como os magos ocidentais conhecem, Isso é o conhecimento espontâneo que nasce em grupos e mentes que são expostas a verdade por trás da Sansara e do egocentrismo. Sem referencia a ela mesma a mente é a Santana, o "fluxo" de consciências que pode entra nas outras.

De forma mais pragmática, Legalistas Shi-Rei vêem pensamentos que vagam pela mente como ferramentas para mudar o comportamento do individuo. Motivações egocêntricas ditam as reações da pessoa à disciplina e recompensa, e podem ser ferramentas efetivas para sua manipulação.

Meditação é a ferramenta fundamental para as artes Mentais akashicas. Do também pode ser usado para alterar as mentes atravéz de mudanças no corpo, como a acupuntura e massagem. Mantras, mudras, caligrafia, estados de transe, asceticismo e exorcismo severo também ajudam o Irmão a se livrar das distrações e alterar seus próprios estados mentais assim como os dos outros. Em muitos casos, um Akasha também usa o Registro akashico para sentir o fluir da pura consciência antes dela se manifestar como evento físico.

Um monge pacífico em meditação silenciosa pode contactar outras mentes através do desvio das barreiras do ego, e um Li-Hai pode cantar partes relevantes do Sutra da Pedra de forma a encher políticos gananciosos de vergonha.

Vida - Alquimia Interna

Chamada de Neigong ( conquista Interna), o estudo Akashico dos centros vitais permitindo o estudante a ser mestre de seu próprio corpo ao invéz de deixar o mesmo apenas como um objeto físico e estático. O Chi flue atravéz do meridianos do corpo que correspondem ao Yin e Yang e os cinco agentes. Assim, o corpo humano é uma versão microscópica da própria Telluriam com suas próprias linhas do dragam e equilíbrio Elemental. O equilíbrio do Chi pode ser harmonizado, desequilibrado ou destruído através de Ervas, pontos de pressão e feitos de Do.

O ambiente apode afetar o corpo da mesma forma. A trama afeta o microcosmo humano. Todos os seres seguem o padrão primordial, sendo energias manifestadas em tecido animal e vegetal. Apenas a interação exata do elementos primordiais um pouco diferente.

Um irmão akasha pode usar a manipulação de pontos de pressão para interromper a dor ou para o sangramento de um ferimento. Gritos e cantos podem ser "sintonizados"com as vibrações de órgão, meridianos, músculos ou ossos específicos. Uma rotina Akashica chamada Mashasuklaja ("o grande despedaçar branco") consiste em mudras e canções para destruir tecidos específicos. Apesar de ser baseada em técnicas usadas para remover infecções e retirar tumores malignos, como toda medicina, pode ser voltada para propósitos menos piedosos.

Primórdio - Chi

O Chi começou como o respirar de Pangu, a pessoa cósmica. A energia báscia da existência, o Chi se funde em yin e yand, e se ordena de acordo com o mandato divino. O Sam Chien e seus ministros, Tigre, Dragão e Fênix regulam o fluxo de Chi. É a manifestação absoluta, onde o Karma e a interação dos cinco agentes quebram todos os fenômenos antes de dar-lhes uma nova existência. O Chi se liga ao Akasha, a revelação primordial de existência.Seres humanos regulam o chi através da respiração. O ato pelo qual Pangu o trouxe a existência dentro do universo. Todas os seres e coisas possuem chi, mas apenas poucos podem juntá-lo e colhe-lo. Seres com os Kuei-jin o roubam dos mortais, acumulando uma ressonância negra. Os despertos podem agrupar a energia do todo com penalidades que variam em acordo com sua intenção e a origem do poder. As ressonâncias Yin (entrópica), Yang (Dinámica) e Li (estática) devem ser balanceadas e purificadas, ou o Akashayana corre o risco de lutar contra sua própria natureza desperta.

Yoga alinha os meridianos do Irmão Akasha com o Chi de uma área. Sua mente e corpo se tornam muito receptivos a mudanças na ressonância do lugar ou objeto a sua volta, e ele pode se carregar ou liberar o poder praticando técnicas de Do onde seu corpo imita as fúrias cósmicas. Ascetismo remove o egotismo, mantendo seu chi interagindo livremente com a trama e vice versa. Um místiko iluminado pode fazer uso de suas habilidades para manifestar milagres como a criação espontânea de flores, jóias ou mesmo fogo, e a aura que o cerca é dolorosa para espíritos malignos que estejam perto.

Espírito - Shen

Irmãos Akasha tomam dois partidos quanto aos reinos do espírito. Uma escola, suportada pelo Jnani e Kannagara, acredita que os espíritos são reflexiões dos seres secientes sobre o todo. Espíritos não são diferentes dos aspectos da natureza do individuo. Portanto, a mente desperta contém os próprios espíritos. Enquanto isso leva à crença que a irmandade akasha tem pouco respeito quanto aos Shem, a verdade é que os shamans e conjuradores Akashas acreditam que eles são tanto aspectos dos espíritos como o contrário.

A outra escola assegura que todos os Shen, do mais imundo Kuei-jin ao próprio dragão, pertencem a hierarquia celestial que administra as ações das Dez mil coisas. Espíritos e deuses são coisas separadas com suas próprias agendas, sendo os dois presos aos mandatos dados a eles pela Personagem algusta de Jade. Essa é a crença principal dos Shi-rei e dos Wu-Lung.

Ambas as escolas aceitam que há seis reinos de existencial, atravéz dos quais todos os seres trafegam na sua jornada pela roda. Tien (céu), conhecido no ocidente como a umbra astral, é a aboboda dos deuses. Esse reino chega aos restos de Meru. Abaixo dele, Maya, o sonhar, é onde os esquemas divinos de dominação entre um deus e outro e o mundo mortal são tramados. O mundo do yang é o reino das bestas, onde os espíritos da natureza descem e a batalha do Sam Chien começa. O mundo do Yin, muito em reprovação, é onde as coisas se dissolvem no tesouro do dragão, a salvo dos que se predem a paixões de vidas passadas. Os dez mil infernos, muitas vezes chamados de Yomi ou Tu yi, é onde aqueles consumidos pelo pecado são renascidos para tortura eterna. Um dos infernos, o poço da Harmonia, é dito se especializar em Akashayana decaídos.

Mas o mais importante reino é o reino Humano. Sem prazeres divinos ou torturas infernais, os despertos podem chegar ao Samadhi. Apenas Homens e mulheres mortais despertam - e apenas eles podem chegar à verdadeira salvação.

Jnani Taoistas usam registros de escritórios de espíritos importantes e viajam a lugares onde podem encontralos. Imãos mais inclinados para metafísica meditam sobre formas e as colocam em movimento, desenhando ou escrevendo. Se os espíritos que aparecem dessas práticas saem da consciência do irmão só os próprios espíritos e Badhisatvvas sabem com certeza.

Tempo - A roda das Eras

O tempo não é uma linha reta, mas sim um círculo. A roda das eras é um circulo contínuo de criação e destruição pela qual o karma se resolve. O grande Mahapakas de dez mil aeons se quebra em yugas de meros milhares e anos, décadas, anos, dias, horas e secundos, todos refletindo a a roda primordial. Mas o tempo por ele mesmo não é um fenômeno objetivo. Ele é visto atravéz dos olhos limitados do Eu. Com treinamento, Os Akashayana podem ver além do tempo que eles medem com suspiros mortais. Com essa revelação, um milênio pode passar com um único suspiro, e uma hora pode se expandir durante uma vida.

Meditação e estados de transe normalmente libertam a mente do Irmão de se prender a um lugar em particular. Desde que a teoria da Irmandade sobre o karma afirma que ele é reduzido a eventos mentais, Akashas podem manipular o tempo na esfera física iniciando o processo com sua mente. Akashayana podem aparecer em diferentes momentos simultaneamente - ou em nenhum, sumindo da Roda completamente, se eles disciplinarem seus corpos e mentes de forma que o grande ciclo não os afetem mais.

Drahma - A existência correta

Os akashas acreditam que a décima esfera seja o Drahma. A lei da transcendência do inimigo é o principio do qual todos os Dharmas emanam. Para tocar a essência do universo, você precisa viver de acordo com suas regras. Para atingir harmônia com o todo, aja com sinceridade e deixe ir todos os desejos, isso é tudo que o Bodhisattvas esperam de um mago - ou de qualquer um.

local original: Tradition Book - Akashic Brotherhood
nome original: desconhecido
autor(es): desconhecido
tradutor(es): Kaworu Naguissa

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