Idéias para o uso do
Cabaré em sua Crônica


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


Os personagens dos jogadores ouvem algo a respeito de um bizarro show de mágica, e há suspeitas de que os artistas sejam Despertos. Na noite de estréia, Morlock apresenta seu ato "Parto dos Vapores", e convoca a sua legião de espíritos. Talvez devido à presença dos personagens, os espíritos saiam fora do controle de Morlock e comecem a devorar a platéia efetivamente. Outra possibilidade seria a de um espírito resolver seguir um dos personagens, e começar a atormentá-lo.

Um amigo ou amante de um personagem tenha ido ao Cabaré, e não retornou. Os personagens, após um pouco de investigação, descobrem o Cabaré e como ele realiza os seus truques; não é preciso muito para os personagens ligarem o desaparecimento do seu amigo aos atos do Cabaré. O narrador que apreciar um pouco de ironia, pode inocentar o Cabaré, fazendo que o amigo dos personagens esteja preso, tenha se acidentado e esteja no hospital, ou algo semelhante. De qualquer forma, os personagens descobririam por acaso os atos malignos do Cabaré, e então o confronto seria inevitável.

(Use essa alternativa depois de sacanear os personagens de todas as formas possíveis, usando o Cabaré) Os personagens dos jogadores estão perseguindo o Cabaré, provavelmente com auxílio Tecnocrata. Obviamente, a aliança cessa assim que o Cabaré for capturado. Narradores de Crônicas voltadas para o combate podem trazer um grupo de Nefandi ou Desauridos para auxiliar o Cabaré. Repare que este tipo de abordagem "inimigos da semana" não é estimulada de modo algum: os membros do Cabaré são poderosos o suficiente para tornarem suicídio qualquer tentativa de destruí-los. Os personagens também têm que lidar com uma eventual aliança com a Tecnocracia. Eles deixarão os Progenitores capturarem as Anomalias para estudos? Eles aceitarão o Sindicato confiscar os artefatos do Armário das Curiosidades? E, mais importante, eles sobreviveriam a um ataque súbito da Tecnocracia após a destruição do Cabaré? Afinal, a trégua do Pogrom só durará até o Cabaré ser destruído. E quanto ao garoto albino que vendeu o quadro de Bosch à Harding? O narrador deve refletir bastante também, antes de destruir o potencial interpretativo do Cabaré apenas para oferecer um desafio em regras aos jogadores

local original: Anders Mage Page
nome original: The Midnight Cabaret
autor(es): Shelby Babb
tradutor(es): Mr Ramuh

 Navegação Rápida