A Guerra por Nodos e Locais de Poder 


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


Os decaídos estão familiarizados com o primórdio. Muitas vezes magos de outras tradições lutam com eles por nodos e recursos mágikos, e nesses encontros muitas duvidas surgem no ar. A ganância dos nefandis por nodos sugere para muitos que eles pretendem levar tudo aos pedaços apenas para liberar a glória da quintessência pura. Isso está completamente errado. Os nefandi não são sequer capazes de usar quintessência na forma bruta dela. Eles e seus avatares são corrompidos e torcidos demais para realmente coletar algum proveito de uma energia não ressonante. A quintessência para uso dos decaídos que se entregaram ao limbo deve ser trabalhada. Para eles a essência chamada pura pelos magos está na realidade contaminada. Contaminada pelas mentes que não conseguem aceitar a verdade da não existência. Tudo é feito de quintessência mas a quintessência em si é o nada. E quando ela apresenta potencial de criação apenas quer dizer que ela está corrompida para ser usada contra os desígnios do vortex. Um nefandus briga por nodos numa verdadeira guerra santa para “purifica-los”. Um nodo controlado por nefandi vai ser de todas as maneiras degenerado e transformado em um lugar blasfemo. Os rituais de posse são apenas uma forma de aproximar o local do submundo, de onde eles podem dragar sua energia.

A única exceção a regra é a umbra profunda, lá eles encontram a quintessência pura, eles usam o tecido do próprio nada para facilitar suas mágikas. Os magos nefandi são corrompidos até o seu avatar e isso significa que eles só podem absorver naturalmente quintessência com ressonância que possua afinidade com sua própria corrupção. Quanto mais próximo é o nodo de um local afetado pela decadência, mas útil ele será para um nefandus.

Nefandi podem usar quintessência bruta, mas para eles isso é um ato que trai seus próprios objetivos, raramente sendo utilizados sem que a finalidade compense a traição. Fazer assim é negar sua iluminação e criar ilusões sem forma nem propósito. Muitos grupos dentre os verdadeiros decaídos se espelham no próprio vácuo e admitem o ato de criação desde que seu propósito seja a destruição final. Outros são mais puristas preferindo trabalhar apenas com o vácuo em sua forma mais pura. Apesar de serem capazes, através de controle mágiko extremamente difícil, é impossível que seus avatares absorvam naturalmente esse tipo de quintessência e todas as mágikas deles se alimentam de entropia.

Nulidades especialmente potentes servem como nodos verdadeiros para esses magos, quanto mais degradado é um local e mais próximo ele está na tempestade, mais o “nodo” será forte. Nefandi corrompem locais de poder porque é mais fácil perfurar a mortalha nessas regiões. Os nodos deles raramente se criam sozinhos é por isso que eles correm a roubar e degenerar os dos outros

local original: Page of Mirrors
nome original: Nefandi
autor(es): Kaworu Naguisa
tradutor(es):

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