O Passado


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


- Sente -se meu filho - o voz do homem de terno preto dizia em um tom sutil.

- Porque me trouxeram aqui? - Frank respondeu de uma forma desconfiada.

- Não se preocupe não foi por sua causa e sim por causa de seu pai.

- O que são vocês? A polícia?

- Não - sorriu o homem de terno - embora talvez seja mais fácil você pensar que sim. Somos uma organização. Estamos em todos os lugares.

- Mas eu nunca havia ouvido falar de homens que perguntam a respeito de pessoas desaparecidas a anos, como o meu pai, empunhando uma arma para seus familiares.

- Eu não estou apontando nenhuma arma para você garoto.

- Mas tem uma. Não tem?

O homem de preto deslizou sua mão para a cintura empurrando seu terno para o lado e revelando uma majestosa pistola cromada.

- Diz isso? - continuou o homem de terno - É apenas para segurança pessoal.

- Contra o que? - indagou Frank

- Se eu te contar, garoto, vou ter que te matar depois.

Frank colou na cadeira assustado.

- É apenas força de expressão. - Disse o homem de terno com um tom de voz que não convenceu Frank.

- O que quer com o meu pai?

- Calma garoto, aqui quem faz as perguntas sou eu.

O homem de preto esticou a mão e pegou uma pasta. Calmamente a colocou em cima da mesa aonde Frank se encontrava. Ainda com uma tranqüilidade que denunciava a freqüência com que fazia aquilo, o homem de preto acendeu um cigarro, puxou a fumaça e quando a soltou começou a falar em meio a neblina deixada pelo cigarro:

- Nesta pasta está a sua vida, Frank. Aluno exemplar no colégio, atleta de destaque em todo currículo escolar. Garoto de poucas amizades, ás vezes até agressivo. Cursou faculdade de Engenharia, mas nunca abandonou seus cursos de computação. E é aí que vem a parte mais interessante. Seus conhecimentos de eletrônica impressionavam todos em sua escola, sua família, etc. Tem um cachorro, uma casa até que grande e costuma deixar sempre a lata de açucar ao lado das canecas de café. Possue 15 toalhas com o mesmo desenho, uma praia de Barbados. Estou certo Frank?

- Eu não sabia que era Barbados. Como sabem tanto?

- Você foi um escolhido Frank. Você está sendo convidado para trabalhar para nós.

- Que tipo de trabalho.

- Muitos tipos. Resumindo: investigação.

- E se eu não aceitar?

- Então você sabe demais.

- E quanto ao meu pai?

- Aceita o emprego?

- Sim. Mas o que sabem a respeito do meu pai.

- Pouco - o homem de preto estendeu a Frank outra pasta - ele será seu primeiro caso.

local original: Truth Until Paradox
nome original: desconhecido
autor(es): desconhecido
tradutor(es):

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