O que planeja a NOM


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


A NOM deseja, antes de tudo, a manutenção do paradigma atual. Eles demoraram muito para afastar da mente do homem comum as superstições e o medo do sobrenatural para verem seu trabalho jogado fora pelas mãos dos inconseqüentes membros das Tradições. Esse desejo de deixar o mundo preso nas rédeas da NOM pode ser constatado pelos esforços desta Convenção em silenciar seus inimigos e espalhar suas idéias.

Após a manutenção do poder pelos Tecnocratas, a NOM busca o término do Cronograma, marcando o fim da Guerra da Ascensão, com a vitória da Tecnocracia. A realização do Pogrom é vital para o cumprimento do Cronograma, e o projeto de Ascensão dos Tecnocratas vale qualquer preço para um membro da NOM.

Outro plano da NOM é manter o controle dentro da Tecnocracia. Os membros da NOM sempre forma os líderes, mas eles sabem que encontram oposição dentro de algumas Convenções, como a Iteração X e o Sindicato. Se as Convenções não seguirem o cronograma da NOM, terão só duas opções: abandonar a Tecnocracia, como fizeram os Filhos do Éter e os Adeptos da Virtualidade, ou serem eliminadas.

O desenvolvimento de novas mídias, como a WebTV, que derruba uma parte do poder dos Adeptos da Virtualidade, o DVD e o vídeo-laser, também está nos planos da NOM, já que trazem mais meios para o controle das massas. A crescente violência e as obscenidades exibidas atualmente em todas as mídias são obra da NOM, influenciando a população a exigir a censura em todas as mídias (censura, logicamente, controlada pela NOM). A censura na Internet, por exemplo, seria um duro golpe nos Adeptos da Virtualidade (a maioria dos sites "censuráveis" é mantida pela NOM, mas os sites a serem censurados seriam aqueles de material "aleatório"...). Outro projeto da NOM é popularizar seus agentes dentro das camadas da população, especialmente as crianças, mais uma vez facilitando a dominação das massas. O filme "MiB" foi um exemplo...

Projetos em andamento:

FTR: Sigla de Filtragem Telefônica Remota. Este projeto destina-se a controlar a transmissão de informações por telefone, gravando e analisando o conteúdo de cada conversa telefônica ao redor do planeta. Qualquer agente da NOM pode usar este recurso, discando 666 - (o número a ser investigado). Este sistema também permite saber quais as páginas e os dados recebidos via e-Mail ou FTP de um usuário de Internet.

RCM: Sigla de Raio de Controle de Massas. Controlado pela cúpula da Convenção, um satélite está a 10.000 km da Terra armado com um canhão de controle mental capaz de subjugar 8.000 pessoas. Tumultos, histeria coletiva e massacres em todas as partes do mundo já foram organizados desta maneira. Este raio, usado em uma freqüência alta, pode também afetar as mágikas de um alvo dentro do alcance do canhão.

P-Block: Sigla de Bloqueio por Paradoxo. Este item, ainda em pesquisa nos laboratórios dos Observadores, permite a um agente da NOM anular qualquer alteração da realidade que o afete diretamente, como relâmpagos ou efeitos de Vida. Este item já apresentou diversos defeitos, mas os cientistas da NOM crêem que esta é a arma definitiva na Guerra da Ascensão.

local original: Um dos muitos sites da internet brasileira
nome original: desconhecido
autor(es): deconhecido
tradutor(es):

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