Os Ahl-I-Batin do Cairo


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


 

Os Ahl-I-Batin tem uma longa história no Egito, mas sofreram as maiores perdas em relação às outras tradições. Ainda assim, eles continuam sendo, sem sombra de dúvidas, os especialistas nas sombras do Cairo - afinal eles fundaram a cidade

Os Darwushim

Deus: Amun
Símbolo: Um Círculo inscrito na areia
Animal: Gato do deserto
Objeto: Manto pesado

Os Darwushim são os místicos dos batini que não têm a ver com as organizações ou a política do mundo mundano, embora sua ideologia seja parecida com a dos coristas (que tendem a ignorá-los contanto que eles não tentem esparramar idéias heréticas entre a congregação). Eles se concentram em sua visão mística de unidade com Deus, normalmente vivem de maneira solitária no deserto.

Os Irmãos

Aqueles que ousam erguer o véu e violar seus segredos para alcançar o Conhecimento e Poder máximo

Deus: Thoth
Símbolo: a palavra "Unidade" escrita em caligrafia árabe
Animal: Doninha, Ibis
Objeto:Um livro

Este grupo, cuja primeira aparição data antes do século 9, une o pensamento hermético, gnóstico e sufi. Eles foram no passado um dos vínculos mais fortes entre os batini e a Ordem de Hermes e mantinham a Biblioteca de Alexandria (de fato, eles foram por muito tempo e ainda são seus guardiães, trabalhando de forma muito próxima com os herméticos e com a Sociedade de Alexandria nesta cidade), mas também estavam profundamente envolvidos no Ismailiyah, a seita Ismaelita do Islã.

Eles revelaram a sua existência no final do 9º século espalhando as Rasail Ikhwan al-Safa (As Epístolas dos Irmãos da Pureza), mas nunca se envolveram de forma aberta. Ao invés disso eles prepararam o caminho para a invasão Fatimid no Egito, esperando com isso aproveitar-se do poder místico da terra secretamente. De fato, o seu plano à longo parazo era criar um novo califado baseado em seus conhecimentos secretos, um império místico que regeria o centro do mundo. Eles convenceram os regentes a fundar al-Khaira (Cairo) no sul do delta de forma que eles pudessem se aproveitar dos fartos nodos daquela área. Com a ajuda dos Arquitetos da Medida Divina eles construíram muitas mesquitas e a cidadela para canalizar a quintessência em padrões divinos.

Mas sua ascensão ao poder teve a oposição de outros magos, e o Culto da Rosa da Freira voltou-se contra eles. Sofrendo ataques sutis, intrigas externas e corrupção interna de nefandi seu esquema principal foi esfacelado. Para escapar de seus inimigos alguns fugiram para a Pérsia ou Índia, outros esconderam-se no próprio Egito.

Durante muitas décadas, os Irmãos esperaram e planejaram seu próximo passo. Eles infiltraram-se nos escravos mamelucos que estavam se tornando os verdadeiros regentes (em muitos casos eles simplesmente compravam uma criança moura e a doutrinava desde o princípio, criando aliados fanáticos e leais na corte), usando-os no princípio para influenciar a política e então escrevendo as leis. Infelizmente o governo dos mamelucos era instável e violento; logo os Irmãos se encontraram emaranhados em lutas internas por todos os lados, e seus próprios aliados tornaram a situação ainda pior. Os diferentes grupos de Irmãos se expandiram pelo Cairo e Egito, como não conseguiram manter-se de forma organizada começaram a lutar entre si. A luta continuou durante séculos e os tão poderosos Irmãos se tornaram um pouco mais que uma conspiração secundária em um reino fragmentado por intrigas.

Quando o império otomano invadiu, os últimos remanescentes dos verdadeiros Irmãos desapareceram na Biblioteca de Alexandria, e os governantes remanescentes fundaram duas facções, os Dhu ' l-Faqariyyah e os Qasimiyyah. Quanto mais poder eles conseguiam, mais disputas aconteciam, e os dois lados começaram a lutar novamente em uma disputa interna maligna. A Tecnocracia estava usando isto secretamente para preparar seu próximo passo: a conquista do Egito.

O tecnomagos em segredo já haviam feito alianças com alguns dos Irmãos, prometendo ajuda contra as outras frações em troca de apoio secundário. O seu plano real era vazar estas informações para começar lutas internas quando Napoleão Bonaparte invadisse o Egito. Isto não funcionou perfeitamente; os Irmãos, outros Batini e Coristas perceberam quem era o inimigo real e começaram a lutar juntos. Mas as sementes tinham sido plantadas, e a deslealdade floresceu em uma luta interna que efetivamente removeu os Irmãos da arena política durante vários anos. Isso foi o bastante para os tecnomagos consolidarem seu poder no Egito, e inserir seu membro Muhammed Ali como regente. Ele acabou de maneira eficaz com a resistência dos Batini restantes e começaram a trazer para o Egito o mundo tecnocrata.

Durante o décimo nono e vigésimo século os Irmãos começaram lentamente à retornar. Eles aprenderam de muitas formas sobre os seus erros fatais, e começaram a influenciar as pessoas das sombras ao invés de se levantar em busca do trono. Eles são divididos em três grupos principais: os Irmãos da Pureza e Equilíbrio, os Estudiosos da Luz e os Ismaelitas.

Os Irmãos da Pureza e Equilíbrio representam os "reformistas" da política e os manipuladores econômicos e fazem o melhor de si para manipular as sombras do Cairo. Eles são conspiradores e políticos.Recentemente eles começaram a agir no meio de grupos diferentes, vendendo artefatos ocultos ou serviços a outros grupos de mágikos e geralmente agindo como uma vasta rede de informações. A elevação do fundamentalismo os colocou porém em uma posição nada invejável onde quase todo mundo tenta levá-los para seu lado, e coso tomem uma decisão errada eles trairão muitas de suas alianças secretas.

Os Estudiosos da Luz são descendentes dos Irmãos que se "uniram com as Bibliotecas" e se dedicaram ao estudo da unidade e mágika em vez de política prática. Eles são intelectuais e pensadores, e tem trabalhado junto com os coristas. Mas hoje os fundamentalistas estão pressionando eles para unirem-se na jihad ou serão destruídos. Os Estudiosos estão tentando desesperadamente descobrir um modo para escapar, mas é claro que mais cedo ou mais tarde eles precisarão apoiar um lado.

Os Ismaelitas são de muitas formas o grupo mais conservador e tentam devolver as grandes visões da era de Fatimid. Eles estão tentando unificar todos os Irmãos dispersados pelo retorno de Aga Khan ao Egito, um sinal secreto para o crente para unir-se novamente à unidade. O resultado deste esquema é incerto, especialmente desde que os fundamentalista estão pressionando os Ismaelitas à se tornarem os muçulmanos mais populares (para eles, os Ismaelitas são ghulat, extremistas heréticos).

Jamal Haroun

Jamal nasceu em uma aldeia pequena perto de Luxor. O seu pai incentivou o menino à ser guia para turistas, livrando a família de uma longa história de pobreza. Jamal foi educado para seguir os passos de seu pai como guia turístico - e contrabandista. As pessoas da aldeia sempre tiveram grande conhecimento sobre os templos, tumbas e monumentos da região; uma vez que foram seus antepassados que os construíram, e outros antepassados os saqueado. Por direito eles eram seus, assim por que não ganhar um pouco vendendo alguns achados? Jamal usou sua posição como um guia turístico para encontrar compradores (americanos principalmente, ricos e fáceis de enganar) e conseguir passar certos pacotes pela segurança do aeroporto. Ele fazia isso bem, e sua simpatia e charme eram uma combinação perfeita para seu negócio.

O mundo do comércio discreto de objetos egípcios antigos tem muitos jogadores, e um deles descobriu Jamal. Ele era bom no que ele fazia, mas ele guardava seu potencial para algo mais. Ele foi convidado por um dos seus clientes egípcios a visitar o Cairo, para conhecer alguns contatos empresariais novos. Aquela reunião mudou a vida dele; ele percebeu de repente o quão insignificante eram suas ambições, e o desafio que as sombras do Cairo prometeram. Pot um período de vários anos ele viajava entre Luxor e Cairo, transportando certos objetos, pessoas e mensagens entre indivíduos muito inesperados. Era uma forma de treinamento e lhe concedeu a perspicácia para ele conseguir realizar suas ambições. Depois de um tempo ele havia estabelecido sua posição no Cairo como um general, recrutador e pessoa de contatos. Ele não se submetia à nenhum grupo em especial, apenas negociava nas sombras, clubes ilegais e em cafés escondidos.

Jamal é um homem encantador e engenhoso que adora bancar o cavalheiro egípcio sutil e inescrutável para ocidentais ingênuos (e o até o mais sutil Ahl-I-Batin para magos ingênuos).Na realidade ele é um homem que ama estar no meio das coisas, agindo como um juiz ou mediador em intrigas. Ele realmente gosta das pessoas, especialmente se ele sente que conhece suas fraquezas e truques, e consegue se dar bem com a maioria das outras. Ele teve alguns problemas com fanáticos da quadrilha de Muhammad e é cauteloso sobre Mme Granboul-Ponty, mas caso contrário ele acha que ele pode negociar com os bastidores do Cairo com grande sucesso. Ele está decididamente errado, mas conseguiria provavelmente improvisar bem alguma coisa até mesmo se ele descobrisse as relamente toda a verdade - não há nada que ele goste mais do que adaptar-se imediatamente.

A família Zada

Esta família de classe média alta é centrada ao redor do professor Sadi Zada, historiador da Universidade do Cairo. Em quase todos os lugares ela é uma família grande, tumultuosa e ativa com filiais, conexões e aliados nos lugares mais estranhos. Professor Zada tem contato com vários grupos de mágikos, principalmente com os Estudiosos da Luz. Ele não é um mago maior, mas é um qualificado historiador e pensador que está mais interessado no jeito que as coisas são, eram e serão do que no jeito que elas poderiam ser. Ele está fazendo o melhor se si para proteger os Estudiosos ( ele e sua família) dos ataques dos Shayks, mas nessa luta alguns dos seus amigos foram encarcerados, foram perseguidos ou foram assassinados. Ele está chegando à conclusão que para salvá-los os Estudiosos deverão se aliar á um poder maior - mas as únicas alternativas são no momento a Tecnocracia e os Shayks. Se os coristas pudessem se unir aos Estudiosos e Irmãos contra os fundamentalistas, então eles poderiam ter uma chance, mas esta junção é improvável.

Os Arquitetos da Medida Divina

Eu sou o grande Deus no barco divino... eu sou um simples padre no mundo dos criminosos que unta em Abydos e leva todos à um grau mais alto de iniciação... eu sou o grande Mestre dos artesãos que montaram o arco sagrado em um apoio. 
Thoth para Osiris, o Livro dos Mortos

Todas as coisas são medidas 
O Quran (54:49)

Deus: Imhotep
Símbolo: Um octagrama (dois quadrados cruzados)
Animal: Formiga
Objeto:Uma bússola

Os vínculos entre a arquitetura e a mágika datam de antes do tempo de Imhotep, e sempre foi forte no Egito. O arquiteto - magos do Egito antigo praticaram a sua arte por pelo menos 2000 anos antes de ser eclipsado por outras tradições e política variável (parece provável que as Vozes Messiânicas do Coro Celestial trabalharam contra eles, visto que eles sentiam que estava errado tentar encanar poder divino em meras pedras). Mas os arquitetos tinham se espalhado por outras terras, e seus ensinamentos crairam raízes entre os batini.

Quando os árabes conquistaram o Egito, eles retornaram e começaram a construir novamente e esconder as sua habilidades em mesquitas, fortalezas e canais. Eles exploraram as antigas velhas, reaprendendo muitas habilidades esquecidas. Decidindo manter as verdades sagradas escondidas de todos os outros eles apagaram todos os seus rastros no Egito, destruindo antigos templos e removendo os hieroglifos que cobriam as pirâmides; o seu lema era " O segredo será secreto ". Através das cruzadas e pedreiros errantes seus segredos esparramaram-se ainda pela Europa onde eles conduziram à formação do Maçons (o que ajudou a formar a Ordem da Razão). Mas o conhecimento de como canalizar quintessência usando Quanats e como criar nodos novos permaneceu escondido.

Durante o domínio mameluco e otomano eles encolheram lentamente, com algum ressurgimento ocasional. Durante a ocupação britânica houve um ressurgimento breve quando os Arquitetos entraram em contato com um grupo dinâmico de maçons britânicos; eles construíram a Cidade de Jardim para "testar" a antiga mágika (criando um ambiente sem igual de quintessência corrente) e a tumba neo-farônica de Sá Zaghlul que era de fato uma mini-pirâmide completamente funcional no centro do Cairo. Infelizmente suas atividades eram notáveis por opor grupos, e durante os próximos anos os Arquitetos trabalharam forçados.

Os Arquitetos nunca tiveram muito poder sobre a sociedade mundana e preferiram manter os seus segredos para si. Ao invés disso eles confiaram em outros grupos de magos que buscavam a sua ajuda para recanalizar quintessência e travar a realidade de um lugar. O maior segredo da arquitetura sagrada é usar edifícios em nodos poderosos obrigando o paradigma a aceitá-los, isto é conhecido por todos os construtores de pirâmides, mesquitas, catedrais e arranha-céus.

Hoje os Arquitetos da Medida Divina são um grupo que se encolhe cada vez mais; poucos novos edifícios são construídos de acordo com os seus ensinamentos, e a Tecnocracia adquiriu a maioria dos nodos. Ainda, eles agüentam e esperam o dia quando arquitetura sagrada subirá novamente para os céus. A maioria dos membros são arquitetos antigos, construtores ou geólogos que observam de suas bibliotecas e estúdios secretos. De fato, eles estão esquecendo a verdadeira natureza da mágika, se tornando somente os protetores das velhas tradições, lentamente.

A sua sede é a casa de Qansuh Shaqra, um velho e obscuro arquiteto que vive nos subúrbios do Cairo do norte, em uma grande e estranha vila com uma torre pequena (ele projetou ela, de acordo com os princípios de arquitetura sagrada; é muito bem protegida sobrenaturalmente chegando à parecer estranha). Qansuh é um dos estudantes de Mustafa Fahmi, o arquiteto que construiu a tumba de Sá Zaghlul, e o sucessor designado por ele como líder dos Arquitetos. Na casa dele eles mantêm algumas das escrituras sagradas (incluindo algumas cópias muito velhas e poderosas de textos egípcios antigos que muitos magos estariam dispostos à matar para adquirir. Por outro lado, os Arquitetos não entendem o seu significado), esculturas, modelos, mapas e ferramentas. A maioria dos membros são os arquitetos mais antigos, mas quando lidando com outros grupos (o que hoje em dia é muito raro) eles enviam um dos seus membros mais jovem, Yusuf Mina, que tem pouco mais de meia-idade.

Arquitetura Sagrada

No Timaeus de Platão, aparece a equação mais conhecida do Criador "o Arquiteto do Universo". O Criador, no Timaeus, é chamado "tekton", significando artesão ou construtor. "Arche-tekton" assim chamado de mestre artesão ou mestre construtor. Para Platão, o "arche-tekton" construiu o cosmo por meio de geometria. 
Baigent & Leigh, O Templo e o Chalé

As Pirâmides falam o idioma da geometria

A idéia básica da arquitetura sagrada é dar para relações geométricas forma física e assim unir o mundo físico com os reinos mais elevados. Escolhendo as relações e formas certas, o edifício pode ganhar quase qualquer função mágika como se o mesmo fosse um efeito de mágikl permanente. O poder não reside tanto em consagrações e cerimônias (embora eles também são comumente usados) mas na própria estrutura - contanto que seja suficientemente por completo terá poder e ressonância. A Arquitetura sagrada foi descoberta/inventada por Imhotep que a usou para estruturar a realidade do Egito e dar para o seu rei uma vida após a morte verdadeiramente eterna. Ele não só descobriu como canalizar quintessência para pedra e geometria, mas também como criar nodos novos construindo pirâmides e como dedicar o poder deles para efeitos mágikos diferentes. Ele também percebeu um de seus perigos: se fossem construídos edifícios com as mesmas relações de mágikl acidentalmente alinhado, eles ser uniriam. Isto poderia superar distâncias, mas também poderia conduzir a efeitos colaterais inesperados e perigosos como expansão de ressonância. Foi por isso que ele ordenou que o conhecimento da arquitetura sagrada fosse mantido em segredo - contanto que um único grupo controlasse isto, havia pequena chance de abuso.

O truque básico é muito simples. Cada edifício contém várias relações entre comprimentos (como a relação entre altura e largura, a relação entre o diâmetro e altura de pilares etc) e ângulos. Algumas destas relações são importantes, e se dois edifícios compartilham as mesmas relações ou têm relações que estão na mesma linha em um abstrato, possivelmente o espaço multidimensional determinado pela estrutura do edifício, então os dois edifícios serão unidos. Certas relações também unem o edifício com certos conceitos umbráticos, e se feito corretamente estes conceitos podem ser invocados. A relação mais óbvia é a relação dourada que simboliza estabilidade, perfeição e harmonia.

Projetar um edifício ao longo destes princípios é uma arte complexa, para fixar algumas relações principais, muitos ângulos e correspondências não desejados podem aparecer (isto é por que algumas das pirâmides falharam, elas tinham ângulos errados). Muitas relações secundárias são necessárias para corrigir isto e tornam o edifício mais complicado.

Durante a construção, certos rituais são usados para reforçar isto comumente. Alguns deles são básicos para fortalecê-los, remover falhas de pedras e assegurar estabilidade, outros são mais esotéricos, apontado a afinação do edifício para seu propósito mágiko. A cerimônia mais famosa é a colocação da pedra de fundação: a construção começa com uma única pedra perfeita e consagrada que expressa as três relações fundamentais e que é colocada na fundação metafísica do edifício. No passado, ela era freqüentemente cheio de quintessência de um sacrifício. Outra cerimônia importante é fixar a base: isto completa a estrura mágika (ou parte dela). Freqüentemente isto termina com uma pedra semelhantemente consagrada.

No Egito, os exemplos mais óbvios de arquitetura sagrada ao lado das pirâmides e alguns dos templos são as mesquitas que canalizaam a quintessência da Rede de Fé. Por mais de um milênio os Arquitetos trabalharam neste sistema elaborado e criaram um padrão de estabilidade e convicção que rivaliza o Padrão das pirâmides.

Uma invenção árabe foi o idioma secreto dos arabescos; estes padrões abstratos podem ser projetados para conter relações e ângulos relativos a conceitos umbráticos e assim conter mensagens secretas. Muitos dos edifícios criados pelos Arquitetos são marcados com estas inscrições, escondidas da visão, é claro.

local original: Anders Mage Page
nome original: desconhecido
autor(es): desconhecido
tradutor(es): Winter

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