O Jardim


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


Este reino é um dos reinos mais agradáveis e bonitos que qualquer mago pode visitar. De acordo com o mito, foi criado por um mago há muito esquecido que quis um lugar para descansar e meditar. Depois da sua morte, o reino permaneceu e se tornou a casa dos seres que são conhecido como os Gardenkeepers. Ele ainda permanece como um símbolo da beleza que a mágika pode criar.

O Jardim se parece com um jardim japonês na primavera. As cerejeiras florescem, árvores e arbustos verdes. O ar é agradável e fresco, como logo após uma chuva. O tempo está sempre bom, com nuvens em um céu límpido. Uma leve brisa balança as árvores e faz cair flores rosas nos riachos e lagos do jardim. Velhas pontes de madeira com grades ornamentadas cruzam estes riachos, freqüentemente decoradas com estatuetas pequenas de deuses e heróis vagamente orientais. Pequenos caminhos conduzem através de lugares diferentes no jardim ou só retornam graciosamente para sua origem.

Não há nenhuma extremidade no jardim, mas ele não parece ser muito grande. Quando caminhando por ele, ele nunca parece o mesmo, e o visitante parece sempre voltar ao ponto de partida. Certos marcos são constantes, como o Pavilhão de Meditação, um pavilhão pequeno situado em uma pequena ilha em um grande lago. Outros lugares são o Santuário, um templo constituído por altas muralhas, a Ponte de Névoa, uma ponte em cima de um riacho onde gravetos de névoa cruzam por cima da água ou a Pedra, uma pedra grande e negra cercada por bancos baixos.

A realidade do jardim tem certas restrições. Seus paradigmas são aproximadamente iguais à realidade normal, a não ser que efeitos de Mente sempre são coincidentes. Porém, fazer qualquer coisa que perturbe a beleza e ordem do jardim causará paradoxo. Isto pode ser desde quebrar uma flor só por diversão ou esculpir iniciais em bancos ou através do uso de mágikas vulgares, como mudar o tempo ou transformar plantas em qualquer outra coisa. Todas estas coisas causarão paradoxo, até mesmo se parecerem normais ou coincidentes e isto atrairá os gardenkeepers.

Os Gardenkeepers protegem o jardim. Normalmente eles nunca são vistos, ou são poucos vistos ao longe cuidando do jardim. Eles se parecem com figuras vagamente orientais, com roupas simples e movimentos meditativos e corteses. Eles mantêm tudo em ordem, removendo galhos e folhas caídos e geralmente mantêm um olho em tudo sem serem vistos. Porém, se as visitas perturbam o jardim eles se aproximarão discretamente e muito educadamente sugerirão que eles partam. Se isto não for acatado, eles tentarão remover os intrusos. Eles têm a realidade ao seu lado, e responderão elegantemente a qualquer ameaça com precisão mortal. Como tudo no jardim, todos as disputas parecem coreografadas em uma obra de arte elegante.

Pode-se chegar no Jardim viajando pela Umbra, mas também pode ser alcançado por Silêncio. Muitos Irmãos de Akasha estão vagando lentamente pelo Jardim perdidos em meditação. Lá eles permanecem em meditação ou caminham agradavelmente ao seu redor. Uma característica interessante do jardim é que a maioria das visitas nunca se encontra ou aparece no mesmo lugar, o Jardim sempre parece estar quase vazio.

local original: Anders MagePage
nome original: desconhecido
autor(es): desconhecido
tradutor(es): Winter

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