Adormecidos e as
Ferramentas Maravilhosas


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


Embora a maioria dos Adormecidos não possa recarregar Talismãs, eles podem usá-los, desde que acreditem no paradigma do mago que criou o item e que Ressonem fortemente com a personalidade de seu criador. Dependendo do Talismã, o Paradoxo também pode se aplicar ao Adormecido que o usar sendo um dos Paradoxos mais clássicos a perda do Talismã. Os Talismãs não funcionarão para aqueles que não aceitarem seus paradigmas. Contudo, os magos têm força de vontade suficiente para sobrepujar a Natureza e o Comportamento de qualquer Talismã exceto no caso de um objeto mágico extraordinariamente poderoso e de um mago de vontade extraordinariamente fraca.

Amuletos e Engenhocas funcionarão para qualquer um que aceitar o paradigma sob o qual eles foram feitos, ou que estejam em uma área onde aquele paradigma exista (mesmo que a pessoa não saiba que o objeto é de fato mágico). Por exemplo, se Kate, que vive na área rural da Irlanda e acredita em bruxaria, fadas e tudo mais, passasse algum creme para voar, achando que era só um creme para as mãos, ela se encontraria aerotransportada mesmo querendo ou não. Seu primo de Dublin não teria esses problemas, a menos que ele viesse para o campo e estivesse bem longe de coisas urbanizadas. O Paradoxo pode ser aplicado se Kate usasse o Amuleto de uma forma vulgar - como ir para Nova York e voar sobre a Parada do Dia de Ação de Graças do Macy - mas visto que tal coisa poderia ser explicada como algum tipo de truque publicitário, esta penalidade se aplica a critério do Narrador. Os acidentes e os primeiros usos devem ser tratados como magia estática, mas voar pelo ar é suficientemente Paradoxal para a maioria dos Adormecidos.

Amuletos e Gizmos funcionam independente do paradigma, desde que seus botões ou outros gatilhos sejam ativados. Os Adormecidos podem operá-los sem medo do Paradoxo ou de outros efeitos colaterais (o preço já foi pago pelo mago que os criou), mas conseqüentemente muitos não funcionam a menos que os paradigmas se alinhem perfeitamente. As leis pelas quais os Amuletos funcionam também são complicadas, e os Gizmos geralmente não vêm com manuais de instruções escritos.

Contudo, os herdeiros de magos iluminados e os assistentes de laboratório da Tecnocracia que conseguiram sair com todos as Bugigangas e Gizmos que puderam enfiar nos bolsos, podem ser personagens interessantes e inimigos mortais. Assim é especialmente no caso deles terem um Talismã, um Instrumento Tecnocrático ou uma Relíquia que esteja perfeitamente sintonizado com eles e que eles saibam como operá-lo. Só porque alguém é um mero Adormecido isso não significa que ele é tolo, mas saber como construir o Raio da Morte 5000 e descobrir como usá-lo são duas coisas completamente diferentes.

local original: Mage Storyteller Companion
nome original: desconhecido
autor(es): desconhecido
tradutor(es): Dr. Orlando

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