O Sangue das Árvores


Aviso: Mago: A Ascensão é um jogo. É um jogo sobre temas maduros e questões complexas. O material à seguir tem relação com este jogo. Como tal, ele não requer apenas imaginação, mas também bom senso. O bom senso diz que as palavras de um jogo imaginário não são reais. O bom senso diz que as pessoas não devem tentar realizar "feitiços mágicos" baseadas em uma criação totalmente derivada da imaginação de outra pessoa. O bom senso diz que você não deve tentar desvendar agentes do sobrenatural com inspiração em uma obra completamente fictícia. O bom senso diz que jogos são apenas para se divertir e quando eles acabam, é hora de colocá-los de lado.
Se você perceber que está distante do bom senso, desligue seu computador, afaste-se calmamente e procure ajuda profissional.
Para o restante de vocês, aproveitem as irrestritas possibilidades de sua imaginação.


Entre algumas seitas de verbena a árvore não é vista simplesmente como uma metáfora para a tradição e centro da capela. Permanecer em santuários de árvores pode ter um vínculo real para o verbena, baseado em suas crenças sobre não distinguir tipos diferentes de vida. Aqui estão alguns exemplos aos quais os Verbena são cientes (mas magos de outros paradigmas desconhecem):

Tecendo o padrão da Vida: O padrão de alguém (ou de alguma coisa ) é unido a uma árvore no santuário de forma que a árvore reflita o seu estado de saúde. A forma mais simples do ritual consiste em plantar uma muda e regá-la com o sangue do alvo. O sangue é tirado cravando uma farpa afiada de um galho da árvore pai da qual a muda foi tirada e utilizando-a para perfurar a pele do alvo. Onde quer que o alvo esteja, a árvore ecoará a sua saúde (Vida 2 + Correspondência 2). Outras variações existem para monitorar a saúde espiritual e saúde mental (onde o solo para a muda é preparado usando uma faca sagrada). A árvore à qual o alvo esta unido pode servir como um foco simbólico para qualquer magia dirigida contra o alvo e pode machucá-lo diretamente entretanto danificar a árvore não danificará o alvo.

Segurando os ramos do destino. Um bastão, esculpido com runas deve ser retirado de uma árvores em dias especiais do ano. Ele vai servir como um apoio para uma muda que será plantada no santuário. Todos os membros do grupo contribuem com sangue para fortalecer a árvore para esta suportar o peso do destino do grupo. A árvore é unida ao destino do santuário. (Vida 2 + Tempo 2, A árvore reflete eventos dramáticos que estão a ponto de acontecer no santuário como por exemplo uma separação causada por um ataque de tecnomagos). Os magos podem não estar cientes de exatamente o que vai acontecer, mas o terão uma idéia de quão benéfico/maligno será.

Árvore do conhecimento: (Algo a ser repetido durante alguns meses) Um Verbena verte seu conhecimento para uma árvore o que molda o seu crescimento. Se cortando com uma faca sagrada o conhecimento é derramado na forma de sangue. Quanto mais sangue, mais conhecimento. Os Verbena mais velhos são conhecidos por criar um registro permanente de sua experiência de vida para os seus companheiros (o que geralmente causa sua morte no processo). O conhecimento derramado molda o crescimento da árvore, e depois de uma semana à uma estação (dependendo da quantidade de conhecimento), ele pode ser lido criando um vínculo de sangue com a árvore (Mente 3 + Vida 2, a duração é determinada pelo tamanho do conhecimento que pode ser escrito/lido). Lendo a árvore eles podem seguir as principais experiências de vida. Os Adeptos da Virtualidade têm um efeito semelhante à esse chamado hypertexto.

Conhecimento de Casa: O mago faz um cajado de um ramo de uma árvore no santuário, lacrando as "feridas" da árvore com o seu próprio sangue. Quando o mago está longe do santuário eles só precisa segurar o cajado para saber o que acontece ao redor da árvore do qual ele foi tirado (Vida 2 + Correspondência 2).

local original: Anders Mage Page
nome original: desconhecido
autor(es): David Hood
tradutor(es): Winter

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